sábado, 26 de maio de 2012


Outros problemas

A África é considerada por muitos como a região mais pobre do planeta, nesta parte da África estão localizados os países (33 dos mais pobres que existem) com grandes problemas estruturais sofrendo os graves legados do colonialismo, do neocolonialismo, dos conflitos étnicos e da instabilidade política. A expectativa de vida não ultrapassa os 47 anos, o índice de alfabetização de adultos atinge 63%, e o nível de escolaridade chega a 44%.

O enorme crescimento populacional, durante a década de 1990, acarretou no aumento de pessoas vivendo em condições extremas de pobreza. Mais da metade da população sub-saariana, uns 300 milhões de pessoas, sobrevive com menos de um dólar por dia. Milhões destas pessoas vivem na mais absoluta pobreza, privados de água potável, moradias dignas, alimentos, educação e acesso à educação.
Educação em rede


Bom, estou trazendo um video que encontrei no youtube explicando um pouco como é a educação na africa via internet,ficando bem claro que lá evoluiu bastante ao passar do tempo. vale apena olhar.
Problemas com a educação na África

Mais de 40 milhões de crianças na África não vão à escola, segundo a Agência de Notícias All Africa. Uma série de problemas abala a rede de ensino. Um desses, em consequência dos problemas económicos, é que em muitas escolas há falta de água e poucos, ou nenhum, sanitários. Faltam livros didácticos e os professores têm pouco preparo. Além dos problemas económicos, existe uma grande incidência de gravidez entre as adolescentes, o que vem a ser a maior causa de evasão escolar. A Aids também causa um impacto negativo na frequência à escola. “O aumento de casos de Aids entre os adolescentes se deve a uma vida sexual activa precoce”, diz o Africa News. Por outro lado, há meninas que não contraíram Aids, mas que precisam ficar em casa para cuidar de parentes com a doença.Como o governo diz: “Sem instrução escolar, o futuro da maioria do país está ameaçado.”porem não fazem muito para que isso acabe.

A MULHER NA AFRICA

Um ditado dos africanos diz:Quem educa uma mulher, educa um povo.” A sociedade africana, apesar de machista (Isso é de gerações), delega a responsabilidade da educação dos filhos à mulher. Isso porque a mulher (mãe) convive com as crianças mais tempo do que os homens, a mãe come em separado com as crianças e o pai fica com os seus filhos adultos ou amigos do outro lado.

Um fato: a criança viver os seus primeiros meses de vida “grudado” na mãe. A mãe amarra o filho todo nu nas suas costas, que também estão nuas. Este contato, no sentido literal do termo, faz com que a mãe transmita para a criança todo o seu ser maternal, como se os fluídos do seu corpo entrassem na criança.

Outro fator importante: é a criança acompanhar a mãe em todos os lugares. É no caminho da roça, quando vai buscar água, na execução dos trabalhos domésticos, entre outros... A criança é a companheira fiel da mãe em todas as suas coisas na parte do dia e, à noite, ainda dorme no chão encostadinha na mãe. Podemos relacionar ainda um outro aspecto que é estritamente cultural: o sistema matriarcal. Esse sistema determina que a herança vem do lado maternal e não do paternal. Logo, a criança é bem educada e orientada pela sua família do lado maternal.

Na sociedade africana a criança é  a glória da mãe. A mulher será bem estimada pelo seu marido e seus familiares pelo número de filhos que ela colocar no mundo.

A mulher, por este motivo: sempre deseja ter muitos filhos. No entanto, ela evita de dar a luz todos os anos, para não fazer sofrer o último filhinho que ainda está sendo amamentado no peito. Como não existe nenhum método contraceptivo na tradição africana, então o marido evita de ter relações sexuais com a sua mulher durante os oito meses que seguem o parto,claro que essas coisas não são com todas, mas sim podemos dizer que é a maioria.